Lá vou eu denovo tentar falar sobre processo criativo:
sabe a camiseta que você nem vê nessa foto?
Pois é, foi olhando pra ela que tive a ideia de usar as luzinhas de Natal. No início pensei em colocá-las de fundo, riscadas e desfocadas. Aí a Mallary sugeriu de vestir as lâmpadas, como se fosse um colar. A mesma camiseta apontou qual óculos seria utilizado (ambos tinham tons frios predominantes) e a partir disso, colocar a gelatina azul na frente do flash (que disparava na 2ª cortina, com câmera em baixa velocidade) foi uma consequência natural.
sabe a camiseta que você nem vê nessa foto?
Pois é, foi olhando pra ela que tive a ideia de usar as luzinhas de Natal. No início pensei em colocá-las de fundo, riscadas e desfocadas. Aí a Mallary sugeriu de vestir as lâmpadas, como se fosse um colar. A mesma camiseta apontou qual óculos seria utilizado (ambos tinham tons frios predominantes) e a partir disso, colocar a gelatina azul na frente do flash (que disparava na 2ª cortina, com câmera em baixa velocidade) foi uma consequência natural.
Nos primeiros cliques achava que deveria haver uma relação direta entre a camiseta e todo o resto. Por isso o quadro era mais aberto, e as mãos não escondiam a roupa.
Mas talvez influenciado pelo ritmo da música (claro, foto assim tem que ter música) acabamos explorando as mãos. Deu nisso.
Mas talvez influenciado pelo ritmo da música (claro, foto assim tem que ter música) acabamos explorando as mãos. Deu nisso.
Ou seja, tudo começou com um elemento que na foto escolhida, nem aparece.